sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Rapsódia da maré vazia

São sons que nos esperam quando percorremos as pedras escoadas de água pela maré vazia, são estalidos, depois o barulho da água, deve ter sido um Caboz que estava quase em seco e fugiu com a nossa aproximação, há pedras que se mexem, uma Moira ou uma Navalheira esconderam-se rápidamente, depois sempre aquele som do mar, os estalidos e sons inexplicáveis continuam, eu lá vou lembrando os velhos tempos de meninice e tirando umas fotografias.

IMG_52891

IMG_5266IMG_5281IMG_5285IMG_5291IMG_5293IMG_5298IMG_5304IMG_5307IMG_5309IMG_5312

3 comentários:

Farelhão disse...

Faltam só os cheiros...
Germano, para quando umas fotos tuas com os cheiros da maré vazia?
Dirás que não é preciso e terás razão. Quem cresceu junto ao mar nunca esquece os cheiros, bons e maus, das pedras, das rochas, das dunas, dos barcos, da praia, dos estaleiros, do nevoeiro, do peixe, das algas, do guano... de Peniche.
Um abraço, Germano.

jacinto borges disse...

Estão optimas as fotos Francisco e é como o Farelhão diz quem cresceu junto ao mar nunca esquece os cheiros
da maresia, quando se chega ao Alto do Foz e se avista Peniche e o mar parece que o cheiro entra logo pelo carro dentro.Obrigado pelas fotos que gosto muito e por nos ir sempre presenteando com estes miminhos. Um abraço.

Sabugo disse...

Os cheiros...estes acompanham-nos sempre onde quer que estejamos. Curiosamente o cheiro da maresia que tanto apreciamos aqui no nosso concelho, Peniche, consegui encontrar a milhares de quilómetros da nossa costa, na costa do Pacifico, mais precisamente em Vancouver. Foi como se estivesse em.casa. Obrigada por nos presentear com o seu trabalho.