terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Os quadros de Miró

O BPN, aquele poço sem fundo onde já estão enterrados milhares de milhões de euros e que ainda esta semana soubemos, que deu origem a mais um empréstimo de 500 milhões (quando acabará?) tinha uma colecção de quadros de Miró, ficou para o Estado, agora alguém resolveu ver-se livre desta colecção para abater (?) no prejuízo do “poço”, um partido apresentou uma Providência Cautelar para impedir a venda em leilão a efectuar hoje em Londres, o M.P. por seu lado, também apresentou uma P. C. para impedir o mesmo, sabe-se agora, segundo os jornais, que as obras saíram ilegalmente do país, (não respeitaram os tramites legais), esperemos que consigam impedir a venda, ao menos neste caso que fiquem as joias, pois se um país já nem dá valor à cultura e à arte, a que é que dará?

P.S. – Escrevo na condição de apreciador de arte e principalmente de pintura.

1 comentário:

Farelhão disse...

O poder instituído tem um objectivo central: dar resposta às exigências dos grandes grupos financeiros. Tudo o resto é acessório.
A dívida portuguesa foi aquela que A NÍVEL MUNDIAL, em 2013, mais ganhos deu aos investidores que nela apostaram. Para que tal acontecesse, muitos ficaram sem trabalho, muitos emigraram, muitos ficaram pobres e muitos pobres ficaram miseráveis.
Isto é vampirismo puro e duro. Isto dá pelo nome de CAPITALISMO.
(quando será que este país acorda?)
Um abraço Germano. É bom sentir que ainda há inconformados.