terça-feira, 17 de junho de 2014

Rapsódia da maré vazia (III)








2 comentários:

Elvira Carvalho disse...

Bonitas imagens.
Um abraço

Albino disse...

Fotografias extraordinarias de um local de muita historia e amado por todos nos habitantes de Peniche que ao olhar para elas da-nos a sensacao embora bem longe de estar ai..a cicatriz no sebrolho esquerdo que tenho quando escorreguei numa dessas pedras quando tinha penso que 8/9 anos asinalou a minha presenca deixando o meu sangue derramado..
Obrigado pela partilha amigo
Um forte abraco