Quem está por ali em hora de movimento arrepia-se de ver a possibilidade de colisão entre os veículos que vêm de cima - Lado Cabo Carvoeiro - e os que entram na cidade e pretendem virar para a Av. 25 de Abril, não acontecendo mais vezes o acidente devido ao facto dos condutores que conhecem esta situação circularem devagar.
Há cerca de 6 ou 7 anos conversei com um amigo meu, que nessa altura penso que era Vereador Municipal, acerca deste assunto e se não pensavam alterar o sistema de circulação rodoviária de entrada e saída de Peniche junto aos "portões da cidade", ao que me respondeu que estava a ser elaborado um estudo para analisar todo o transito de Peniche, pois bem passados estes anos pelo menos em relação a este problema a situação mantém-se inalterável, urge por isso que a entrada da nossa cidade seja dotada de um sistema bonito mas principalmente funcional.
A propósito, de todos os concelhos do país, quantos com a nossa população ainda não têm sistema de transito regulado por sinalização de semáforos ?
Ambiente, Cultura, Fotografia, Independência, Liberdade, Património, Pintura, Responsabilidade
quinta-feira, 30 de agosto de 2007
Em defesa do Serviço de Urgência em Peniche
...As causas importantes para as populações abraçam-se, independentemente de quem esteja no poder camarário na altura...
Vêr documentos completos em "Links Importantes"
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quarta-feira, 29 de agosto de 2007
terça-feira, 28 de agosto de 2007
Adeus
Já gastámos as palavras pela rua, meu amor,
e o que nos ficou não chega
para afastar o frio de quatro paredes.
Gastámos tudo menos o silêncio.
Gastámos os olhos com o sal das lágrimas,
gastámos as mãos à força de as apertarmos,
gastámos o relógio e as pedras das esquinas
em esperas inúteis.
Meto as mãos nas algibeiras e não encontro nada.
Antigamente tinhamos tanto para dar um ao outro;
era como se todas as coisas fossem minhas:
quanto mais te dava mais tinha para te dar.
Às vezes tu dizias: os teus olhos são peixes verdes.
E eu acreditava,
porque ao teu lado
todas as coisas eram possíveis.
Mas isso era no tempo dos segredos,
era no tempo em que o teu corpo era um aquário,
era no tempo em que os meus olhos
eram realmente peixes verdes.
Hoje são apenas os meus olhos.
É pouco mas é verdade,
uns olhos como todos os outros.
Já gastámos as palavras.
Quando agora digo: meu amor,
Já não se passa absolutamente nada.
E no entanto, antes das palavras gastas,
tenho a certeza
de que todas as coisas estremeciam
só de murmurar o teu nome
no silêncio do meu coração.
Não temos já nada para dar.
Dentro de ti
não há nada que me peça água.
O passado é inútil como um trapo.
E já te disse: as palavras estão gastas.
AdeusEugénio de Andrade
segunda-feira, 27 de agosto de 2007
Cabo Carvoeiro - Miradouro dos Remédios
Num céu de chumbo carregado, finalmente ao fim do dia o sol lá conseguiu romper, e foi bonito.
Tirada em 25/8/2007 pelas 20h00
sexta-feira, 24 de agosto de 2007
quinta-feira, 23 de agosto de 2007
segunda-feira, 20 de agosto de 2007
Feira Internacional do Artesanato
Não sei os motivos, poderão concerteza ser muito válidos, mas tenho pena que a Feira do Artesanato não se realize como antigamente na Fortaleza, onde tudo era mais "artesanal" mais tipico, servia de passeio pelo nosso Monumento e havia um enquadramento interessante entre as muralhas e os diversos artigos expostos. Agora, como digo não duvido que haja um forte motivo para ser nos Bombeiros, acho uma feira banal com barracas brancas seguidas, descaracteristicas, enfim pode ser que ainda volte ás origens.
sexta-feira, 17 de agosto de 2007
quinta-feira, 16 de agosto de 2007
Naufrágio
Acrílico s/tela
2003
... mar salgado, quanto do teu sal são lágrimas... homenagem ao meu pai, que era pescador.
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