domingo, 31 de maio de 2015

Dia do Pescador

Comemora-se hoje o Dia do Pescador, como filho de uma família de pescadores, quero aqui prestar a minha homenagem a todos os que já partiram, aqueles que foram levados pelas ondas e a todos os que ainda se mantêm na pesca, mau grado toda a crise que este sector atravessa. As imagens que se seguem servem de algum modo para os homenagear.












segunda-feira, 25 de maio de 2015

domingo, 24 de maio de 2015

Grupo Desportivo de Peniche - Campeão Distrital 2014/15

O G. D. Peniche sagrou-se campeão distrital de Leiria a uma jornada do fim do campeonato, subindo assim para o Cameonato Nacional de Seniores.
Parabéns aos dirigentes, treinadores e jogadores pelo sucesso alcançado.
Parabéns GDP


O Peixe-seco na nossa gastronomia

Quando era miúdo, ainda me lembro, dos “farnéis” que a minha mãe fazia para o meu pai levar para o mar, a minha mãe tinha sempre uma pequena armação com rede, com peixe ao sol, como vivíamos perto da muralha, era fácil, então os carapaus secos eram passados pelo calor das brasas e temperados com azeite e alho, era um dos pitéus que o meu pai gostava de levar para o mar. Passado este tempo é normal vermos um pouco por todo o lado na nossa terra (felizmente) peixe a secar ao sol. Esperemos que não nos tirem esse gosto, são essas as imagens que aqui trago hoje, com fotografias de peixe ao sol, desde o Forte da Luz até ao Campo da Torre, passando pelo porto de pesca, um pouco por todo o lado os nossos costumes culturais vão resistindo.

peixe seco (1)

peixe seco (2)peixe seco (3)peixe seco (4)peixe seco (5)peixe seco (6)peixe seco (7)

sábado, 16 de maio de 2015

Campanha Pirilampo Mágico - Maio 2015

Está a decorrer a campanha "Pirilampo Mágico" durante o mês de Maio, colabore e compre o seu Pirilampo. Comprando ajuda a CERCI - Peniche, ajuda a ajudar.

Na minha casa já existe Pirilampo.


domingo, 3 de maio de 2015

vagabundo do mar

Sou barco de vela e remo
sou vagabundo do mar.
Não tenho escala marcada
nem hora para chegar:
é tudo conforme o vento,
tudo conforme a maré...

Muitas vezes acontece
largar o rumo tomado
da praia para onde ia...

Foi o vento que virou?
foi o mar que enraiveceu
e não há porto de abrigo?
ou foi a minha vontade
de vagabundo do mar?

Sei lá.

Fosse o que fosse
não tenho rota marcada
ando ao sabor da maré.

É, por isso, meus amigos,
que a tempestade da Vida
me apanhou no alto mar.

E agora,
queira ou não queira,
cara alegre e braço forte:
estou no meu posto a lutar!
Se for ao fundo acabou-se.
Estas coisas acontecem
aos vagabundos do mar.

Manuel da Fonseca

Poeta, romancista, contista e cronista

(15/10/1911 – 11/03/1993)

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Organismos fotossintéticos das zonas litorais - Colóquio A. M. Peniche - 07 de Maio

Em baixo nota de imprensa enviada pela organização:

Dia 7 de maio, em Peniche

"Organismos fotossintéticos das zonas litorais: diversidade e potencial económico " são tema de colóquio

No próximo dia 7 de maio, pelas 21h30, terá lugar no Auditório do Edifício Cultural da Câmara Municipal de Peniche um colóquio subordinado ao tema "Organismos fotossintéticos das zonas litorais: diversidade e potencial económico".
A palestra será proferida pela Dra. Teresa Mouga, professora da Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar, em Peniche.
Esta é mais uma organização conjunta da Arméria - Movimento Ambientalista de Peniche e do Rotary Clube de Peniche, que conta com o apoio do Município de Peniche, com o objetivo de proporcionar à comunidade penicheira, através de parcerias entre entidades locais, oportunidades de aprendizagem e debate sobre temas de que importa refletir.
A não perder!

terça-feira, 28 de abril de 2015

As pescas em Peniche–carta de um ex-pescador



Por norma, não costumo reproduzir aqui o conteúdo do que me deixam no Livro de Visitas e tenho lá textos bastante interessantes, mas este último escrito por alguém que eu conheço desde pequeno, chama-me a atenção para o drama que é/vai ser o futuro da pesca em Peniche, sem mais delongas, aqui reproduzo o pequeno texto deixado por um pescador que teve de abraçar outra profissão para poder sobreviver:

 
""Sr. Francisco, antes de mais quero lhe dar os parabéns pelo seu blog. Venho por este meio expressar a minha tristeza por estar a ver a nossa terra a morrer aos poucos, e o sonho de muitos jovens que amam o mar não poderem exercer a sua profissão. Fui pescador desde os 16 anos até aos 24 anos e fui obrigado a deixar a minha atividade devido a não me dar condições de subsistência, pois quando se começa a ter encargos fixos todos os meses, desta forma não é fácil gerir a nossa vida. É com grande tristeza que quando vou ao porto de pesca, sinto que estou num deserto com tendência a piorar, olho para o que resta sem nenhum futuro à vista. No meu caso e de muitos homens do mar foi-nos arrancado um pedaço da nossa vida, e um sonho que nos mantinha ligados a esta maravilhosa terra (O MAR E A PESCA). Nesta altura do campeonato só me resta a pesca desportiva para não me esquecer que continuo a ser Penicheiro e filho da terra. Um grande voto de sorte e de coragem para o que resta da pesca e dos nossos pescadores que ainda só continuam a lutar por amor a sua profissão.
Raul Barradas""

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Convento do Bom Jesus - Peniche


Apresentação dos trabalhos arqueológicos efectuados em 2010, pela Drª Sónia Simões.
Uma organização da Associação Patrimonium, no Clube R. Penichense em 19ABR2015



Um pouco de História

1542 – Enfermaria Franciscana

1570 – Fundação do Convento Franciscano do Bom Jesus de Peniche (D. Luís de Ataíde), integrava nave única com azulejo até meia altura e tecto integralmente coberto a azulejo. No seu interior localizava-se o túmulo de D. Luís de Ataíde, cujos restos mortais haviam sido trasladados de Goa.
1844 – Por solicitação da Irmandade do Santº Sacramento a Camara Municipal de Peniche autorizou a retirada de azulejos para utilização na Igreja de S. Pedro.
1856 - Devido a uma epidemia de cólera (Cholera morbus), uma parcela do terreno originalmente pertencente ao Convento foi utilizada para inumação de vítimas do flagelo.
1864 - É construída a Estrada dos Remédios, que passa por terras do antigo Convento.
Entre finais do século XIX e início do século XX, as terras agrícolas do Convento e os remanescentes das suas estruturas passaram por um processo de re-urbanização, com a formação de uma zona industrial, sendo a igreja do convento utilizada como fábrica de guano.
1930 – Construida a EN114 que liga o Cabo carvoeiro a Évora.
Em meados do século XX, a zona começa a ganhar outra configuração com a transformação da então fábrica de guano em armazém
Em algum momento na segunda metade do século XX, o espaço do adro recebe um telhado
e é transformado em armazém.
2010 – Ultima grande transformação com a construção de uma superfície comercial em terrenos adjacentes, (que motivaram a intervenção arqueológica). São demolidas as estruturas ainda existentes do adro da igreja antes do início do acompanhamento arqueológico dos trabalhos de construção.



À Descoberta da Papôa - percurso/caminhada

Divulgado pela Organização ambientalista Arméria, aqui disponibilizo um mapa de caminhada à volta da Papôa.