Existem alguns minaretes na Suíça, os minaretes são torres usadas nas mesquitas muçulmanas para o chamamento à oração pelo almuadem, não é o caso da Suíça em que não os usa sequer. No Iraque, na Jordania, na Palestina ou em Israel, as igrejas católicas sempre existiram e continuam a existir, com as suas torres sineiras, em Portugal existem minaretes e ninguém se aflige por isso. Pessoalmente não sou contra nem a favor, simplesmente respeito. Realizou-se no passado dia 29 de Novembro um referendo na Suíça, no sentido de aprovar ou não a proibição da construção destas torres junto às mesquitas, a vontade expressa nas urnas é de que vingou a proibição, não mais minaretes aqui, a democracia funcionou, há que a respeitar. Só que como se pode ver, a estupidez não é apanágio só das ditaduras, também em regime democrático se pode ser estúpido em toda a sua plenitude.
Estas fotos dão conta de um naufrágio de um barco de arrasto na costa norte de Peniche, desconheço o nome da embarcação e o ano do acidente.
Se alguém puder ajudar agradeço.
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* Informação fornecida através de comentário por Filipe da Silva, indicam o nome da embarcação como "Vougamar" e a data do naufrágio em 1994 ou 1995, agradeço a colaboração.
Para todos os interessados e porque me foi enviado aqui disponibilizo informação sobre o almoço comemorativo dos 50 anos da Escola Industrial e Comercial de Peniche:
Dia 13 de DEZEMBRO pelas 13:30H no restaurante da Quinta do Juncal Serra Del Rei - preço 22€.
Inscrições: DE 17 DE NOVEMBRO A 4 DE DEZEMBRO.
Junto de: Maria Emília Ribeiro Soares (Telm. 968182227), e Maria Fernanda Santana Formigo (Telm.933189587)
ou através da conta da Caixa Geral de Depósitos aberta em nome destas duas antigas alunas da Escola Secundária de Peniche com o NIB: 003506120003076550034 Agradece-se que guardem o comprovativo da transferência bancária que deverá ser apresentado no início do almoço.
Da esquerda para a direita: "Cobra", Camilo, António Albano, Aníbal, Bruno, Ulisses, Jorge Sapateiro, Duarte, Simões, Jofe, Baptista (Treinador), Jornalista, Reis e Osvaldo (Argentino).
Nasceu hoje dia 15-11-2009 em Lisboa, um menino chamado Ricardo, é o meu neto. Ao pai, o meu filho Marco e à mãe Ana, os meus parabéns e desejos do melhor para o seu filho e para eles. Obrigado por me darem esta alegria.
Concluí o Ensino Secundário – 12º ano - através do sistema RVCC, no Centro Novas Oportunidades da Escola Secundária de Peniche conforme já aqui tinha colocado em Março.
Esta possibilidade de conclusão do Ensino Secundário através deste meio, sempre a considerei uma boa medida e como tal a apoio. Quantos dos actuais frequentadores deste sistema não tiveram de sair da escola mais cedo pelos mais diversos motivos, incluindo as dificuldades económicas por parte da família para poder suportar os estudos, outros porque uma certa irresponsabilidade própria da juventude os fez abandonar os estudos, arrependendo-se já em adultos do passo dado.
Custa-me por isso quando por vezes vejo ou oiço denegrir este método de ensino, esquecendo-se que os adultos que estão inseridos neste processo e trabalham no seu enriquecimento escolar também são afectados por essas afirmações.
Criticar o modelo ou a forma como é implementado numa forma construtiva é o que me proponho fazer com esta meia dúzia de linhas, no sentido de “ajudar” com a minha opinião.
Se alguma sugestão eu posso fazer, no sentido da melhoria e tendo por base a necessária critica positiva, pela minha experiência (Nov-2007 a Mar-2009) é de que tal como aconteceu com o Inglês (ou língua estrangeira opcional), em que todos os candidatos (no CNO da Escola Secundária de Peniche) foram sujeitos numa prova para aferição de conhecimentos, tendo depois os menos aptos, formação específica nesta área, teria também na minha opinião interesse o mesmo procedimento para a disciplina de Matemática – avaliação de conhecimentos, pelo menos ao nível do 9º ano -, sendo que, aqueles que não tivessem o mínimo de aptidão, ser-lhe-ia fornecida formação especifica na área de Matemática, com a consequente prova final a exemplo do que se passou no Inglês. Não faz sentido concluir o Curso Secundário sem saber pelo menos alguns dos fundamentos mais importantes da Matemática, admitindo que por exemplo o adulto já teria feito o 9º ano através das Novas Oportunidades, pois para mim é uma das lacunas deste tipo de ensino.
Para mim, o Português, a Língua estrangeira e a Matemática, são fundamentais e complementam a formação e a Certificação e Validação de Competências baseada na experiência de vida do adulto.
Também no aspecto da idade, penso que a nível do 12º ano Via Ensino só deveria ser admitido adulto com idade igual ou superior a 23 anos (actualmente é acima dos 18 anos) pois na minha singela opinião acho que um jovem de 18 anos não tem, salvo casos excepcionais, experiência de vida profissional para que lhe sejam validadas competências, a não ser para a Via Profissional que fosse aberta essa oportunidade para os adultos mais jovens.
Para terminar abordo aqui a questão do tempo necessário para a conclusão da Certificação, no meu caso durou 17 meses o que foi demasiado, desmotivando por vezes alguns dos adultos que me acompanhavam, neste momento penso que o processo está a ser mais rápido, penso que o máximo de tempo seria de 12 meses.
Grande Paulo, como sportinguista quero prestar-te a minha homenagem, por tereslutado tanto por este clube, mas amigo (deixa-me tratar-te assim), falaste em coisas muito complicadas, és um Homem honesto, com valores. Sabes, ao reclamares contra as injustiças dos que adulteravam a tua semana de trabalho assim como a dos teus jogadores, desafiaste os “deuses”, eles nunca te perdoariam, quando gozaste com aqueles que a única coisa que fazem na vida é dizer mal, quando tentaste colocar algum jovem jogador na ordem, quando questionaste o desempenho dalgumas das nossas tradicionais equipas de arbitragem.
Pois amigo, os “Ruis” deste país nunca te deixariam descansar, os “Paixões” idem, a tua honestidade colide frontalmente com aquilo por que se cozem todos os órgão influentes deste reino do futebol, os empresários dos jogadores, ávidos de transferências não te dariam descanso, o problema está resolvido.
Um Homem sai de cabeça erguida em todos as situações, nunca lerás estas linhas, mas tenho a certeza que haverá alguém que as lê e as compreenderá.
Para dar a conhecer um pouco da Historia dos Bombeiros de Peniche, aqui coloco um texto que me foi enviado pelo meu amigo Nuno Miguel Leitão, um apoiante incondicional da causa dos Bombeiros.
Esse texto também será definitivamente disponibilizado na minha coluna da esquerda "Estórias de Peniche e do mar" para quem o quiser consultar. Junto também algumas fotografias. Antigo Quartel do Bombeiros.
Para conhecimento dos interessados, nomeadamente antigos alunos da nossa escola, aqui dispnibilizo o programa das festas dos 50 anos da Escola Secundária de Peniche, que me foi enviado, como se pode ver é um programa variado e contempla várias vertentes.
Qualquer assunto relacionado com este evento terá de ser colocada à Comissão Organizadora.
Deixo também o link para a Escola Secundária de Peniche onde poderão por certo obter mais e melhor informação. Coloco-o igualmente na minha barra lateral de Blogues.
Quando a descarga do peixe era na Ribeira Velha, durante parte da década de 60, pressionados por alguns armadores, a Capitania (penso eu) mandou fazer uma cerca de arame alta, que ia do acesso ao Molhe Oeste até ao Edifício dos Socorros a Náufragos. Existia uma portaria com a Guarda Fiscal e todos os pescadores quando acabavam de descarregar o peixe, ao virem para suas casas tinham de mostrar o cartão que se vê junto, para poderem levar o seu “quinhão” de peixe. Esse procedimento deu azo a grandes protestos por parte dos pescadores no activo e dos mais velhos que já não trabalhavam, pois dali vinha algum sustento para a sua velhice.
Graças aos protestos, esta situação acabou felizmente por ser abolida.
Por vezes a vida vai-nos ensinando a ser duros, contrariamente aquilo que se pensava, nestes tempos de tanta incerteza, não são os anos que nos estão a trazer a tal paciência e tolerância, nunca como agora tive tantas dúvidas, nunca como agora li tanto e no entanto os tempos deixaram de ter aqueles rituais certos, do começo e do fim das coisas, como no tempo dos nossos avós e pais para nos depararmos com novas perplexidades.
Tal como o pescador ou o lavrador que trabalham debaixo das intempéries e cuja pele facial fica tisnada e crispada devido ao tempo, tanto sol, chuva, vento e frio, de tal maneira que quase se torna insensível ao toque duma criança, também eu por vezes me sinto assim, como se tivesse uma carapaça dura, motivada não pelas intempéries mas pela própria vida, assim acontecendo um pouco com todos nós, a vida vai-nos dando esta dureza que nos torna por vezes insensível e em estado de permanente alerta.
Talvez por isso e quando respondi a alguns comentários aqui neste sítio, fui brusco, respondi a quente, não avaliei a situação com ponderação, pelo menos em dois casos de que me lembro, são dois amigos (as) que sem culpa levaram com uma resposta rápida e dura. Depois, bem, depois verifiquei que me tinha precipitado, fiz mal a avaliação das palavras.
Serve este artigo para comunicar com eles, que me desculpem, que continuem a usufruir deste espaço, que digam o que têm a dizer, para que consigamos aprender todos uns com os outros a viver a respeitar a conhecer e amigos, gente iluminada já não existe, isto é sempre um projecto colectivo, todos os dias aprendemos coisas novas e não é necessariamente sozinhos.
Quando fui para a Escola Industrial e Comercial, a “escola do alemão”, esta havia sido inaugurada dois anos antes, em 1959.
Tratava-se de uma escola moderna para a época, bem equipada, no aspecto de meios colocados à disposição dos alunos e professores, quer em máquinas ferramentas no sector de Oficinas de Mecânica, Laboratórios de Física e Química bem equipados, no sector da Electricidade, tanto as Oficinas com os equipamentos fundamentais como o Laboratório para as aulas de Laboratórios de Electricidade, salas de Desenho de Máquinas e Esquemático, era de facto uma escola muito bem equipada, um avanço importante para a época em que estávamos. Não era por isso de estranhar que os alunos finalistas do Curso Industrial conseguiam facilmente colocação em estágios, nomeadamente na Casa Hipólito.
Relembro a obrigatoriedade de usar gravata a partir do 3º Ano, (usávamos muito uma com elástico, que não dava trabalho nenhum, era só esticar), mas por vezes, nos dias de Inverno rigoroso, sabia bem trazer camisola de gola alta ou chegada ao pescoço, pois bem a dita Senhora Directora, colocava-se à porta da sala e todos tínhamos de mostrar o pescoço para ver a gravata e quem não tinha gravata, ficava à porta, ou seja, ia para o recreio. Neste particular quero realçar ainda a pintura de branco que a Directora mandou dar nos vidros divisórios, que separavam (naquele tempo) o corredor de passagem para a secretaria, vestiário, papelaria, do nosso recreio, assim não podíamos ver as nossas colegas quando ali passassem, os recreios eram separados, rapazes para um lado, raparigas para outro.
No âmbito do equipamento da escola, chamo a atenção para o Ginásio, cujo soalho brilhava e que nós, pelo menos no meu tempo nunca usufruímos e que simplesmente servia para um espectáculo anual em que nos punham a cantar fardados e também para exames.
Lembro os nossos colegas dos arredores, Ferrel, Serra del Rei, Atouguia da Baleia, até da Lourinhã. Muitos deles vinham de bicicleta e nós, apesar da nossa grande amizade, pregávamos tanta partida com as bicicletas, éramos mauzinhos, mas no bom sentido. Mas eu sempre os admirei muito, quer com sol ou chuva e vento, ali vinham eles de bicicleta todos os dias, era muito duro, e havia alguns de Ferrel que não tinham bicicleta, chegavam a vir a pé pela praia, grandes homens, nós éramos privilegiados nesse aspecto.
Hoje passados 50 anos da inauguração da primitiva escola, a actual Escola Secundária de Peniche, foi modernizada, as zonas das antigas oficinas está completamente revolucionada, espaços para estudo e consulta, informática, zonas amplas e luminosas, anfiteatros, etc. Claro que se perdeu toda a panóplia de máquinas, tornos mecânicos, frezadoras, engenhos, mas isso faz também parte do sinal dos tempos e das reformas do ensino.
Este pequeno apontamento serve para dar os parabéns à minha (nossa) Escola pelos seus cinquenta anos de vida, lá andaram os meus três filhos, possivelmente lá irá andar a minha neta, quem sabe.
Desejo por isso dar os parabéns a todos os que contribuem para que a escola se mantenha em níveis altos tanto pedagógicos como de equipamento interno e da parte estrutural, para que ela nos continue a encher de orgulho por lá termos andado, aos meus colegas da altura os vivos e uma palavra de saudade para os que infelizmente já não se encontram connosco.
Não sou grande apreciador de surf, recordo os tempos da década de 60/70 em que começámos a ver os primeiros estrangeiros a vir para as nossas praias, lembro especialmente os que “acampavam” no Baleal, alguns eram Australianos outros Neo-Zelandeses, outros Ingleses, achávamos piada porque eles apareciam por aí no fim do nosso verão, numas carrinhas velhas, ali viviam durante o período de permanência nestas paragens.
Hoje o surf não é nada disto, é uma indústria rentável, desde o vestuário de marca, ao material da prática do desporto, para além de terem feito surgir as escolas e tudo o que gira à volta do fenómeno.
Para mim portanto nesta coisa do surf, não conheço nem sei o nome dos artistas, apenas aprecio uma coisa e é por isso que tenho ido até ao Lagide ou Supertubos ou Molhe Leste, vou até lá porque me interessam os “bonecos” que possa fazer, dado que a fotografia do surf tem algum grau de dificuldade, é tão só isso que me leva até àqueles ambientes, que eu de facto não aprecio.
No entanto e à laia de balanço reconheço, que apesar de possivelmente o comércio/hotelaria (de Peniche) não ter tido a afluência e o negócio que esperavam (?) a cidade de Peniche, esta “marca” tem sido vista e comentada em todo o mundo e isso é um facto positivo e a assinalar.
Clube amador nascido em 1957 em Peniche de Cima, por um grupo de jovens entre os 14 e os 15 anos, treinavam habitualmente na praia ao Domingo.
Esta equipa mais tarde fez uma fusão com os “Águias Negras”, para disputarem um torneio de futebol organizado pelo “Independente”.
Em 1963 o Clube Stella Maris organizou um torneio tendo o “Real Clube da Praia” sido convidado a representar esse mesmo Clube, juntamente com os “Águias Negras”, o “Café Gil”, o “Cova Funda” e o “Café Marítimo”, onde conseguiram um 2º Lugar.
Eis os nomes dos fundadores do Real Clube da Praia.
José da Silva “Camões”
José Luis “Voltinha”
José Raimundo “Fueco”
João Manuel “Molecos”
João Farto “Comboio”
João Dias “Patonas”
Lino Brás “Mil e um”
Angelino “Pilante”
Manuel Sales “Palalas”
Fernando Fernandes “Espinha”
António Tavares “Siu”
Jacinto Raimundo “Batata”
José Pedreira
Esta foi a primeira fotografia da equipa, tirada na "escola do filtro" por volta de 1957, depois de um jogo na praia da Gamboa. De pé descalços, dado que naquele tempo não tinham botas, foram tirar a foto na erva ( a relva estava muito alta...) junto à escola e assim os pés ficaram “camuflados”. A foto foi tirada pelo Otávio Cavalheiro que entretanto emigrou para os EUA.
Em cima:
José Pedreira, João Manuel, José Raimundo, Jacinto Raimundo, António Tavares, João Farto, Elísio
Em baixo:
Angelino, José Raimundo, Lino Brás, Manuel Sales, Fernando Fernandes
Uma equipa do Real Clube da Praia que representou o Stella Maris no torneio organizado por este clube.
Em cima:
Zé Capote, Padre Guilherme (Holandês), Edmundo Chuvas, José Luis “Voltinha”, Jacinto “Gafeira”, Adelino Almeida, Jacinto “Batata” Raimundo, João “Comboio” F. Leitão, António Tavares “Siu”, Padre Bastos, José “Esgucha” Rodrigues, Domingos Baltazar.
Em Baixo:
Elisio Tavares "Siu", Joaquim “Preto”, Manuel Sales “Palalas”, João Manuel “Molecos”, Angelino
Assisti ontem à tomada de posse dos órgãos autárquicos da Câmara Municipal e Assembleia Municipal, que emergiram das ultimas eleições de 11 de Outubro.
Cerimonia simples, mas formal, sala apinhada, o discurso do Presidente da Câmara, António José Correia, virado para o futuro, para as obras emblemáticas que se avizinham, nomeadamente o fosso das muralhas, um discurso com um sonho, como Martim Luther King, nas palavras de António José Correia.
Seguiu-se um pequeno discurso por parte do Presidente da Assembleia Municipal, Rogério Cação, gostei particularmente do poema de Luiz Goes e que este tão bem cantou, "Cantiga para quem sonha", concordei com tudo o que ali foi dito, excepto uma pequena coisa, Rogério Cação diz não acreditar muito em independentes, ou isentos, pois caro amigo, acredita que é possível existirem pessoas independentes e isentas, fieis à democracia e aos direitos humanos, que respeitam as ideias dos outros, sim é possível, existir gente assim, mas tem custos tão dolorosos, sobre eles e por vezes sobre os seus filhos, numa ilha como Peniche então, ainda mais se nota a dificuldade, é como se estivessem num limbo.
Andarão sim de cabeça levantada, mas não fazendo parte de nenhuma das quatro grandes forças que dominam Peniche, há portas que se fecham sem nunca chegar a perceber porquê, coitados, outras nunca chegarão a abrir.
Enviadas pelo amigo Albino que vive em Durban na Africa do Sul, aqui se mostra o estado quase final da construção do bonito estádio desta cidade, com vista ao Mundial de Futebol de 2010.
No dia 23/10/2006, deu à costa na Cova da Alfarroba em Peniche de Cima, um porta-contentores de 90 metros de comprimento que estava a ser rebocado para a Holanda tendo sido construído na Roménia. Estava ao abrigo na baía quando foi um cabo à hélice do rebocador, tendo vindo parar à praia.
O navio acabou por sair na madrugada de 26, mercê da maré alta e foram necessários dois rebocadores para o retirarem da situação em que se encontrava, para além dos trabalhos que foram efectuados na praia e que envolveram uma Retroescavadora e alguns funcionários da empresa Holandesa responsável pelos trabalhos.
Fotos enviadas por Nuno Leitão Filme do meu arquivo
De 19 a 30 de Outubro Peniche vai ser palco da 9ª etapa do ASP World Tour, onde vão estar presentes dos melhores profissionais a nível mundial da modalidade de Surf.
Que tudo corra conforme o previsto são os meus desejos.
Tal como ontém coloquei no post das 22h46 a CDU ganhou com maioria absoluta, as Eleições para a Câmara Municipal de Peniche e particularmemnte na minha Freguesia da Ajuda.
Foi uma vitória sem margem para dúvidas.
Ao longo da campanha eleitoral, apontei alguns aspectos que gostaria de ver resolvidos, dei assim o meu contributo democrático para a campanha num acto de cidadania.
Quero felicitar aqui os vencedores deste acto, a CDU, o Sr. Presidente da Camara António José Correia, Rogério Cação e Henrique Bertino.
Desejo que façam um bom trabalho, nomeadamente na minha Freguesia que o Henrique Bertino continue a fazer o seu trabalho, de mim esperem sempre alguma atenção para o que está mal mas também apoio para o que se faz de bem.
Fotografia tirada em 6/10/2009, enviada pelo Albino, nela vê-se que o Estádio está na parte final da sua construção com vista ao Campeonato do Mundo de 2010.
O prémio Nobel ou é um prémio pelo que se fez ao longo da vida, ou um estímulo para que se faça algo de muito importante no futuro.
Neste caso, da atribuição de tão honroso prémio ao Presidente Barack Obama, penso que será mais visto como um "investimento" no futuro, pelo que já contribuiu pelo desanuviamento internacional e seguramente pelo que poderá ainda fazer.
No âmbito do património, vou apontar aqui alguns casos já referenciados.
Recuperação possível do Forte de Nª Senhora da Luz.
Recuperação/melhoramento/alindamento de todo o Baluarte da Camboa até ao Quebrado, incluindo Pano Exterior (faltam blocos) e Guaritas, assim como pisos e caminho. Salva-vidas "Peniche", ainda a céu aberto na Fortaleza, à espera dum lugar condigno com a sua história e de respeito pelas vidas que salvou. O lugar "dele" é em Peniche de Cima.
Zona do "Campo da Torre", intervencionada recentemente através de projecto com alguma polémica, para quem pensa que é fácil alterar o que está, desiludam-se. O que eu, com os meus parcos conhecimentos arquitectónicos sugeria, era que a zona com os seixos, zona pedonal e que não está a servir para nada, fosse reparada com uns "favos de mel" que compactasse os seixos de modo a torná-los fixos, para assim as pessoas poderem circular. Outra alternativa é um alisamento e a fixação através de um produto que os fixasse.
Neste tema que é tão importante e num concelho com tão grande numero de desempregados (cerca de 1400 ) e onde a oferta é diminuta, vem-me à memória e só como apontamento, a implementação da grande superficie Modelo-Modalfa-Worten, numa terra com tão pouca oferta, é importante que este projecto avance rápidamente.
Aponto aqui alguns dos problemas de transito com que se aflige a Cidade de Peniche, pelo menos no que à minha sensibilidade diz respeito, outras haverá certamente.
Apenas aponto sugestões, no âmbito da campanha eleitoral presente.
Começo pela "espécie de rotunda" da entrada de Peniche de Cima, uma coisinha envergonhada, indigna da entrada de uma cidade, não existem mais acidentes porque os naturais de Peniche conhecedores do problema, circulam ali com velocidade mais reduzida. A imagem demonstra que se poderia fazer melhor e já aqui foi demonstrado.
Na imagem de baixo, aparece outro cruzamento muito perigoso, junto ao Peniche III, aqui já se têm dado graves acidentes, numa Cidade normal, existiria sinalização apropriada, trata-se de um dos mais importantes cruzamentos do centro da Cidade.
Na imagem seguinte vemos outro cruzamento complicado principalmente no Verão, quem quer entrar na Av. Mons. Bastos para ir para a entrada da cidade tem de contar com a boa vontade dos que vêm de fora. Necessita sinalização.
Cruzamento de dificuldade igual ou pior que o anterior, para quem vem da Prageira e queira entrar na via para ir para a entrada de Peniche, tem que "suar as estopinhas", principalmente no Verão. Necessita sinalização adequada.
Rotunda da Polícia, apesar de estar tão perto das Autoridades, nem assim ainda foi possível proceder à execução de uma rotunda apropriada para aquela zona de transito tão intenso e por vezes tão perigosa, já tive familiares com acidentes graves naquela zona. Aguardo que se faça luz nalgum espírito e finalmente se possa solucionar este imbróglio.
Acrescentava também um motivo já aqui indicado, que é a construção de um parque para autocaravanas com todas as condições e pago, para não acontecer o que é vulgar, que é ver as autocaravanas espalhadas por tudo o que é sítio, desde parques de estacionamento à zona da feira, até ás rochas ou zonas de praia, como se vê na imagem abaixo.
Neste capítulo mantem-se a necesidade de uma atenção especial ao desenvolvimento do "caso" Hospital de Peniche vs Centro Hospitalar Oeste Norte.
Os meus desejos são para que se mantenham os serviços de medicina, cirurgia, fisioterapia e urgência, mas que a esperança é pouca lá isso é.
USF
Necessário incrementar a implementação da primeira Unidade de Saúde Familiar (USF), não sei qual o papel que a Câmara poderá desempenhar mas desejo o seu empenho.
Idosos
Necessário promover a construção de um Centro de Dia para os idosos em Peniche de Cima, ou uma “Oficina do idoso", onde os mesmos pudessem durante o dia exercer algumas das actividades que eram as suas especialidades ou outras que pudessem apreender. A situação actual durante o dia é a que as fotos documentam. (a)
Requalificação da entrada de Peniche de Cima e acesso à praia, que pena que esta entrada não tivesse sido contemplada pela Parceria Para a Regeneração Urbana.
É necessário quanto a mim definir o que vai ser esta entrada, para mim um autentico cartão de visita para quem nos visita e que está, conforme as imagens documentam, num estado não muito aceitável. Dir-se-á que foi feita uma grande limpeza, claro que foi, mas falta prosseguir com o trabalho de embelezamento e acesso, como está, não é nada.
Não menciono o que aqui uma vez escrevi de que gostaria de ver, um Pequeno Aquario nesta zona perto da praia, pois já percebi que as baterias estão apontadas para ser feito no Porto de Areia Sul, mais uma vez Peniche de Cima não leva nada.
Nas imagens abaixo vê-se a Praia do Molhe Leste, uma praia muito bonita e que tem sido deixada ao abandono, penso que terá de se apostar novamente nesta praia, resolvendo a poluição, de modo a que possa ocupar o seu lugar e diversificar a oferta a quem nos procura no Verão, deixando de consgestionar e de que maneira a Praia de Peniche de Cima.
Procurarei dar aqui alguns tópicos daquilo que gostaria de ver resolvido, não necessáriamente o mais importante. Outros temas se seguirão até às eleições.
Resolução do problema das descargas da ETAR.
Erosão das Dunas (Medões) da Praia de Peniche de Cima numa extensão até ao Baleal, necessário intensificar a resolução deste problema que nos vai causar grandes dissabores no futuro.
É necessário solucionar de uma vez por todas o problema da foz do Rio S. Domingos, que transforma a Praia do Molhe Leste numa zona de banhos imprópria.
Existem pessoas afectadas pela água com problemas de pele motivado por banhos nesta zona.
A exemplo do que existe no Jardim Infantil do Parque de Peniche de Baixo (Foto 2), venho apresentar a sugestão de se dotar o Jardim Infantil de Peniche de Cima (Foto 1), de um piso sintético. Tenho a certeza que o preço era comportável para a autarquia e a pequenada agradeceria, assim como mães, pais e avós, quando os acompanham. Veremos se há sensibilidade para este pedido ou se há viabilidade.
Foto 1 - jardim Infantil do parque do Baluarte - Peniche de Cima Foto 2 - Jardim Infantil do Jardim Público - Peniche de Baixo