PINTURAS EM PENICHE
Fotografia, Vídeo, Pintura, Livros, Filmes, Conversas, Documentos, História Local, Património
14/09/2026
13/09/2026
11/09/2026
Livros que vou lendo – “diário são-tomense”
Este é um livro que é um diário, mas também um retrato do país referido, da sociedade, do clima, das gentes, mete histórias de humor e de tristeza também “Chorei quando me lembro da casa a que E. chamava lar se tivesse tempo para deleites burgueses. Chorei, porque sou um burguês de merda”, mas também do Obô esse pico fantástico e o sofrimento e alegria de o conquistar, também é um livro de poesia, de poemas feitos de vivências, de crianças felizes sem nada, com rostos lindos, de mulheres que levam filhos às costas e outros na barriga, da alegria da vida com tão pouco, da musica e dos ritmos tão deles, da cerveja e das noites, da Jaca a fruta maravilha, há saudades que ficam do lado de cá, mas há coisas que não deixam saudades, dos moto-taxis, do calor húmido e sufocante, do que nasce por todo o lado, fruta e plantas explodem por qualquer pedaço de terra que lhe dê espaço, um livro, escrito com amor segundo o autor, acredito, digo eu. Mas é também um livro de ajuste de contas, com quê/quem? O autor saberá. Gostei de ler o livro, sinceramente, gosto do livro, é como se dissesse, aqui me têm como sou, como penso, como vivo, como vejo os outros viverem.
10/09/2026
Vai, retira e volta
Ontem algures por aí assisti a uns três ou quatro miudos ajudados uns pelos outros a espreitarem para dentro do latão amarelo (Plásticos e Metais) e retirarem todas as garrafas que conseguiram, presumo que para ir à máquina Volta (que estás perdoado) e depositarem lá. Ou seja o material já estava na reciclagem. Mas vão ao depósito respectivo dos pláticos e retiram as garrafas. Se era para este espectáculo que impulsionaram este sistema, parabéns conseguiram. Sem mais comentários.
08/09/2026
07/09/2026
04/09/2026
O Pai - Filme
Filme de 2020 realizado por Florian Zeller, e interpretado superiormente por Anthony Hopkins, Oscar de Melhor Actor da Academia e Oscar de Melhor Argumento Adaptado para Florian Zeller e Olivia Williams. É um filme triste, mas deve ser visto por todos, porque todos ou quase, mais cedo ou mais tarde vão ter de lidar de uma ou de outra forma com este problema.
O Pai, é um homem extraordinário, com uma mente fantástica, engenheiro de profissão, mas quando entra nos 80 anos, começa a falhar a sua magnifica memória, a filha que quer ir viver para Paris com uma nova relação quer deixar o pai aos cuidados de alguém, mas tudo se torna impossível, ninguém aguenta, nem ele quer que a filha lhe arranje cuidadores, ele está muito bem assim e tomara muitos ser como ele com a sua cabeça. Puro engano, os dias e as pessoas sucedem-se e as melhoras são nulas, depois aqui entra a realização e o actor, as imagens começam a fluir como se vivêssemos na cabeça do Pai, tudo está trocado, as cores, os mobiliários, a doença não pára na sua progressão. Todos somos afetados pela doença sem estarmos no filme, temos familiares, nós próprios nos questionamos acerca da nossa saúde mental. É a decadência humana ao nível cerebral, tudo é triste. Mas deve ser visto. Anthony Hopkins faz uma representação soberba, só ele. Filme recomendado pela Alzheimer Portugal para que se veja o filme.
03/09/2026
02/09/2026
01/09/2026
Livros que vou lendo "O Grande Bazar Ferroviário"
31/08/2026
29/08/2026
28/08/2026
27/08/2026
26/08/2026
Gastronomia local de Peniche - Peixe Seco
Raia, Quelmes, Carapau, etc. Uma iguaria que o povo de Peniche usa e abusa na sua gastronomia caseira. lembro em minha casa o meu saudoso pai levar de farnel para o mar, uns carapaus secos passados pelo calor da brasa e temperados com azeite e batata. Aliás a minha mãe tinha sempre peixe ao Sol na Muralha, outros tempos. mas faz bem recordar os nossos costumes, que ainda se mantêm.
24/08/2026
21/08/2026
20/08/2026
19/08/2026
18/08/2026
17/08/2026
16/08/2026
Faz hoje 126 anos da morte de Eça de Queiroz
"Tudo que não seja viver escondido numa casinhola, pobre ou rica, com uma pessoa que se ame, e no adorável conforto que dê esse amor - me parece agora vão, fictício, inutil, oco e ligeiramente imbecil"
"Correspodência"
Eça de Queiroz





















