Desde o dia 28 de Janeiro que se abateu sobre o nosso país uma sucessão de catástrofes que vão desde os ventos ciclónicos até às cheias das bacias do Mondego, do Tejo, do Sado, etc, de norte a sul o país está em emergência nacional, principalmente desde o Centro Norte e Centro Sul, neste contexto mostro aqui Ana Abrunhosa, a Presidente da Câmara de Coimbra, que em articulação com os concelhos afetados pelas cheias do Mondego tem sabido gerir e prevenir situações muito perigosas que ainda não estão terminadas quando estou a escrever isto, pois ainda são previsíveis cheias em Coimbra e não só. Ela colocou no terreno todo o seu empenho, na protecção de vidas em primeiro lugar, a situação era tão perigosa que caiu um tabuleiro da A1 a principal via do país, mas ao realçar o seu trabalho quero homenagear todos os Presidentes de Câmara, de Pombal a Alcácer do sal, do Presidente de Leiria que se sentiu sozinho nos primeiros dias, de Pombal, Marinha Grande, Lourinhã, Torres Vedras, Peniche, enfim não quero ser injusto e não referir TODOS os Autarcas que têm dado tudo de si, para salvar populações, depois com auxilio do Exército, Marinha e Força Aérea, Da GNR, PSP, Protecção Civil, APA, povo anónimo que foi para os telhados ajudar no que podia, com riscos da própria vida, empresas que têm ajudado com alguns materiais, o centro do país tem funcionado em rede, em solidariedade, uma palavra de solidariedade para os nossos compatriotas que têm sofrido dias de sofrimento e de perda.
Ainda não é hora para balanços, far-se-ão relatórios e esperemos que não sejam guardados na gaveta, mas uma coisa ressalta à vista, é hora de fazer a atrasada Regionalização, e enquadrar esta e outras situações gravíssimas, porque entre a destruição de Leiria e Marinha Grande, e Vieira de Leiria e Pombal e a actuação de alguém do governo central, demorou muito tempo para a aflição sentida, isto não é uma critica a ninguém, é uma constatação, dita pelos próprios Autarcas.




























