segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

O tempo que faz


Os 75 anos da libertação do Campo de Auschwitz

Faz hoje 75 anos que o exército da então União Soviética libertou o Campo da morte de Auschwitz, encontrando um cenário de terror nunca por ventura imaginado pelos soldados que lá entraram. Esse cenário que hoje é comemorado em todo o mundo, relata as atrocidades porque os judeus foram tratados pelos Nazis e que hoje , nestes tempos, alguns procuram branquear e até pôr em causa. Que ninguém tenha ilusões, o que foi feito em Auschwitz e noutros campos de morte, pode repetir-se, ninguém pode dar por adquirido que não se repita. Prestemos homenagem aqueles que sofreram tamanho sofrimento.
Foto: ONU/Evan Schneider

domingo, 26 de janeiro de 2020

Imagens de Peniche


Homenagem a Jacinto Correia "O Resistente" das Invasões Francesas em Mafra

Decorreu ontem em Mafra a homenagem a Jacinto Correia em Mafra, cerimónia que contou com descendentes do mesmo e foi organizada pelo Exército como é anualmente, a história já descrita aqui atesta que apesar de tudo ainda houve Portugueses que se revoltaram contra a invasão Francesa, refiro este episódio pois este homem o Jacinto Correia morava na zona da Atouguia da Baleia. Seguem-se algumas imagens.




Fotografias enviadas por Jacinto Borges

segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

Uma volta pelo Património Histórico de Peniche

 Muralhas da entrada da Cidade de Peniche
 Ponte levadiça do Forte da Luz, ao longe o Moinho do "Fernando Moleiro"
 Ameias do Forte da Luz
 Paiol (?) única casa empedrada que resta do Forte da Luz
 Baluarte Redondo da Fortaleza de Peniche
Pincipal entrada de Peniche, antes só havia um pequeno portão nas muralhas, esta obra foi feita em 1956 e deu uma entrada digna à Cidade

Imagens de Peniche


Azulejos de Peniche - Travessa de S. João


O tempo que faz

quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

Azulejos de Peniche - Rua de S. João


Homens do mar

Na imensidão do silêncio do cais, um homem trata as redes que por hora paradas, irão um dia para o mar, cumprir a sua função e alimentar as bocas que dele vivem, o mar. Não sendo um fotógrafo reconhecido mas com o sentido estético e social que sempre me acompanhou ao longo da vida, é aqui que me sinto bem, retratando a vida dos homens do mar, talvez porque o meu pai era pescador e a minha mãe vendedora de peixe. Um grande abraço para todos os pescadores e quando me virem por perto já sabem porque lá estou.

terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Homenagem a Jacinto Correia "O Resistente" a 25 JAN - 15H em Mafra


 Realiza-se no próximo dia 25 de Janeiro de 2020, mais uma homenagem em Mafra a Jacinto Correia promovida pela Escola de Armas. Este evento já se realiza há alguns anos onde já comparecem alguns descendentes e as juntas de freguesia de Atouguia da Baleia e da Lourinhã representadas pelos seus Presidentes.
 Jacinto Correia embora nascido na Zambujeira da Lourinhã tem muito a ver com Peniche, uma vez que casou e viveu na Atouguia da Baleia, onde nasceram todos os seus filhos e segundo o escritor, José Acúrcio  das Neves escreveu, comandou um grupo para dar caça aos franceses na primeira invasão, depois de lhe terem roubado gado, para isso pediu ajuda ao General Gomes Freire de Andrade que estava sediado em Óbidos com a sua Legião Estrangeirista pronto para partir para França ao serviço de Napoleão.
 Jacinto Correia confiado no seu patriotismo foi pedir-lhe ajuda, sendo denunciado por ele a Taunier, Comandante das forças Francesas em Peniche que ordenou de imediato a sua prisão, sendo levado para Mafra onde estava sediado o General Junot, Comandante das forças que o condenou à morte.
  Esta é para Jacinto Borges, meu amigo e descendente do “Resistente” homenageado a versão mais próxima do acontecido, embora haja uma outra versão de Pinheiro Chagas até muito mais corrente, a qual J. Borges acredita menos e que diz, que ele em jovem foi estudante no convento de Mafra não sendo analfabeto e que estava ao serviço dos frades do convento na altura dos acontecimentos tendo morto dois   soldados Franceses  com uma foice roçadora, ora  ele nunca viveu em Mafra, os seus filhos nasceram na Atouguia da Baleia, a sua viúva continuou a viver em Ribafria depois da sua morte e ele não sabia ler, pois no seu casamento não assina por não saber ler, por isso ele nunca terá sido estudante dos frades em jovem.
 Este é um texto enviado pelo amigo Jacinto Borges, que além de descendente é um estudioso do acontecido dada a escassez de informação deste patriota hoje homenageado pelas altas patentes civis e militares, que teve a coragem de dizer quando estava a ser julgado ao célebre “maneta” General  Loison, que se todos os Portugueses fossem como ele, não haveria um único  invasor francês em Portugal, é isso que está inscrito no seu mausoléu erigido junto ao local onde foi morto e onde todos os anos no dia 25 de Janeiro é homenageado. 

Imagens de Peniche