segunda-feira, 4 de abril de 2011

Acuso

As Agencias financeiras de castigarem severamente o meu país através das suas análises que “tão bons resultados deram em 2008, conduzindo o mundo para uma crise sem precedentes”, estando-se pouco importando com as consequências que a sua acção tem, tanto no nosso desenvolvimento, endividamento, como nas casas dos que mais precisam, porque esses são invariavelmente os que vão sofrer mais.

Todas as organizações, que só pensam no seu pequeno castelo, esquecendo que o que está em causa é um país e um povo e que a sua importância relativa é nula em comparação com os destinos de uma nação e de um povo com 800 anos de história.

A forma de pensar de muita gente, que privilegia a imagem e o chico-espertismo em detrimento da inteligência, do trabalho esforçado, da competência, da seriedade, da honestidade e que tem infelizmente criado uma sociedade de duas caras, com uns a dizerem que estamos no melhor dos mundos e outros a não entenderem o que se passa. Porque o mesmo fosso que se vai cavando a nível do país litoral e interior, também existe a nível da forma de agir e pensar, o país está assimétrico na cultura, no conhecimento, no desenvolvimento, e essa assimetria tenderá a agravar-se, tal como se está a agravar (inexoravelmente) o desvio de Portugal da média Europeia.

1 comentário:

Álvaro Marques disse...

Caro amigo seria bom que os portugueses tivessem ouvido o Bastonário Marinho Pinto na sessão solene do Ano Judicial, mas infelizmente os "midia" deste país parece que estavam ausentes ??) !!!
Se me dás licença porque acho ser importante fica aqui o endereço :
http://www.youtube.com/watch?v=pb8sZR-bI60
Assim já ficam a saber aquilo que
à partida já "pensamos" mas dito por este SR. tem outro significado.
Um abraço